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Brazilian satellite will be launched on 28/02/2021

Updated: Feb 28



The rocket that will take Amazonia 1 - the first Earth observation satellite fully designed, integrated, tested and operated by Brazil will be launched at the beginning of dawn on Sunday (28). The launch, scheduled to take place at 1h54 (Brasília time), will be broadcast live by Agência Brasil and TV Brasil.

Amazonia 1 will be put into orbit by the PSLV-C51 mission, from the Indian space agency Indian Space Research Organization (ISRO). With six kilometers of wires and 14,000 electrical connections, the satellite is part of the Amazonia 1 Mission, which aims to provide remote sensing data to observe and monitor deforestation, especially in the Amazon region, in addition to monitoring agriculture in the country.

“The Amazonia 1 satellite, which is for optical remote sensing, will give Brazil autonomy to better monitor its different biomes, its seas and all the targets of interest that we have, because it is a satellite that will be under complete control of Brazil”, he explains the president of the Brazilian Space Agency, Carlos Moura, who accompanies a delegation in India. “The moment of such a launch is the culmination of efforts that last for many years, sometimes tens of years. For some professionals, it is the career challenge. Amazonia 1 crowns this effort of Brazil that comes from 1979, 1980, with the Brazilian Space Mission, of the country being able to develop its own optical remote sensing satellite ”, said Carlos Moura.

Amazonia 1 will generate images of the planet every 5 days. On demand, it will be able to provide data from a specific point in 2 days - which, according to the National Institute for Space Research (Inpe), will help in the inspection of areas that are being deforested, as well as in the capture of images where there is a greater occurrence of clouds . According to the institute, the new satellite will also make it possible to monitor the coastal region, water reservoirs and forests (natural and cultivated). There is also the possibility of using it for observations of possible environmental disasters.



Satélite brasileiro será lançado dia 28/02/2021



Será lançado no início da madrugada deste domingo (28) o foguete que levará, consigo, o Amazonia 1 – o primeiro satélite de observação da Terra totalmente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. O lançamento, previsto para ocorrer à 1h54 (horário de Brasília), será transmitido ao vivo pela Agência Brasil e pela TV Brasil.

O Amazonia 1 será colocado em órbita pela missão PSLV-C51, da agência espacial indiana Indian Space Research Organisation (ISRO). Com seis quilômetros de fios e 14 mil conexões elétricas, o satélite integra a Missão Amazonia 1, que tem, por objetivo, fornecer dados de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento, especialmente na região amazônica, além de monitorar a agricultura no país.

“O satélite Amazonia 1, que é de sensoriamento remoto óptico, vai dar autonomia ao Brasil para melhor monitorar seus diversos biomas, seus mares e todos os alvos de interesses que temos, porque é um satélite que estará sob domínio completo do Brasil”, explica o presidente da Agência Espacial Brasileira, Carlos Moura, que acompanha comitiva na Índia. “O momento de um lançamento como esse é o coroamento de esforços que duram muitos anos, às vezes dezenas de anos. Para alguns profissionais, é o desafio da carreira. O Amazonia 1 coroa esse esforço do Brasil que vem lá de 1979, 1980, com a Missão Espacial Brasileira, de o país ser capaz de desenvolver o satélite próprio de sensoriamento remoto óptico”, disse Carlos Moura.

O Amazonia 1 vai gerar imagens do planeta a cada 5 dias. Sob demanda, poderá fornecer dados de um ponto específico em 2 dias – o que, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ajudará na fiscalização de áreas que estejam sendo desmatadas, bem como na captura de imagens onde haja maior ocorrência de nuvens. De acordo com o instituto, o novo satélite possibilitará também o monitoramento da região costeira, de reservatórios de água e de florestas (naturais e cultivadas). Há, ainda, a possibilidade de uso para observações de possíveis desastres ambientais.


Fonte: INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais




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